evig: (07 - corvo)
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Acabei de terminar Garotos Malditos então essas impressões que vou escrever serão mais superficiais.

Por se tratar de um livro juvenil, tem uma leveza, e principalmente, agilidade na escrita. É narrado em primeira pessoa, distribuídos em 250 páginas com uma diagramação bem espaçada e com ilustrações no início de cada capítulo. O único ponto, em se tratando da escrita, que me incomoda um pouco nesta obra é o uso do pretérito-mais-que-perfeito, corretíssimo, correto demais para um garoto de 16 anos. Mas como isso aconteceu duas ou três vezes e estava na mesma frase que tinham gírias ou até mesmo palavrões, ainda pode-se passar por uma linguagem natural de garoto que teve uma boa educação (num colégio religioso, inclusive).

Não vou me ater ao plot. Mas duas coisas me chamaram atenção e eu fiquei muito feliz de encontrá-las num livro para jovens: sexualidade e elementos de estrutura narrativa típicas de romances de fantasia/mistério sendo discutidas muito sutilmente, numa camada mais submersa da história contada por Ludo (que é onde eu enxergo o autor).
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evig: (12 - dark)
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Eu soube ontem, depois de chegar de São Paulo. Minha mãe falou “o Linkin Park morreu” e eu pensei “não, a banda não acabou, eles acabaram de lançar cd novo”. Aeh ela falou o nome do Chester e com a delicadeza dela, colocou Iridescent pra tocar. Eu coloquei os fones, fui ouvir outra coisa e ver se era verdade. E era.


Quando eu fui dormir, fiquei lembrando que a primeira vez que a gente conversou foi sobre eles. A gente já se conhecia desde o Villaça e se reconhecia como garotas que gostavam de rock. A Hagatha e a Laís tinham os assuntos delas e a gente ficava de lado. Você perguntou o que eu ouvia eu falei, e você ficou feliz e eu também.


É claro que eu tô triste. Mas tem gente muito mais triste que nós, reles fãs. Quem é a gente na fila do pão? Tem a família, os amigos, o pessoal que realmente conhecia ele e convivia com ele. A gente ainda tem a nossa relação com as músicas, com as histórias. Eu me lembro quando eu vi In the end na MTV a primeira vez, naquela época que a minha tv pegava uns canais UHF sem antena. Antes disso eu só ouvi o que todo mundo ouvia, que tocava na rádio, e as coisas do meu pai.


Pensei em monte de coisas pra te falar, mas acho que é isso.

No spotify tinha aquele verso que a gente cantava na escola:  “A try so hard, and got so far.
But in the end, it doesn't even matter”.

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